Status de uma rede social de Silvana Germann de Aguiar, 48, afirmava que ela tinha sofrido um acidente do sábado para o domingo (25). “Tivemos um acidente essa noite. Caminhão vermelho fugiu sem prestar ajuda”, diz trecho da mensagem.
SÃO PAULO, SP (UOL/ JT) – Três pessoas da mesma família estão desaparecidas há mais de uma semana em Cachoeirinha (RS). O caso é investigado pela polícia, que suspeita que o sumiço tenha acontecido para acobertar um crime.
Status de uma rede social de Silvana Germann de Aguiar, 48, afirmava que ela tinha sofrido um acidente do sábado para o domingo (25). “Tivemos um acidente essa noite. Caminhão vermelho fugiu sem prestar ajuda”, diz trecho da mensagem.
Diante do suposto acidente, os pais de Silvana, Dalmira Germann de Aguiar, 70, e Isail Vieira de Aguiar, 69, teriam saído em busca da filha. Eles teriam entrado em um carro ainda no domingo, segundo informações passadas por uma testemunha à Polícia Civil do Rio Grande do Sul.
Após o fim de semana, nenhum dos três foi visto novamente. O desaparecimento de Silvana foi registrado pelo ex-marido dela na terça-feira (27) e o do casal foi registrado por um familiar na quarta-feira (28).
Acidente no qual Silvana teria se envolvido não existiu, afirma delegado. À Record Guaíba, o delegado Anderson Spier afirmou que a polícia não conseguiu confirmar até o momento nem se a suposta viagem da mulher aconteceu.
“A princípio, tudo leva a crer que a viagem não existiu. Foge um pouco da rotina dela. Ela costumava viajar, mas não era dessa forma. Isso tudo está sob investigação”, afirmou Spier.
Polícia acredita que as publicações sobre o acidente e os desaparecimentos podem ter sido feitos para acobertar algum crime. “Possivelmente, a pessoa que sumiu com ela postou aquelas informações para despreocupar os familiares e para cobrir a prática de um crime que estamos apurando, não sabemos exatamente qual seja”, afirmou o delegado à Record.
Entre as hipóteses investigadas pela polícia está a de homicídio. Imagens de câmeras de segurança são analisadas nas investigações do caso.
Vizinhos, familiares e até motorista de aplicativo que prestava serviços aos idosos foram ouvidos. O motorista afirmou à polícia que não fez o transporte de Dalmira e Isail no fim de semana.






