Um voo da Etihad Airways foi obrigado a retornar a Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, após receber, em pleno ar, uma ordem de verificação dos interruptores de controle de combustível da aeronave.
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A medida de precaução ocorreu após a divulgação do relatório preliminar sobre o acidente com um avião da Air India, que apontou falha no sistema de combustível como possível causa da tragédia.
O voo EY352, que seguia para Hyderabad, na Índia, estava a cerca de uma hora e meia do destino, de um total de quatro horas de percurso, quando voltou ao ponto de partida no último domingo. A aeronave, um Boeing 787-9 Dreamliner, retornou após uma diretriz de engenharia determinar inspeção no mecanismo de travamento dos interruptores de corte de combustível, segundo o Times of India.
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A ordem foi motivada pela investigação conduzida pelo Aircraft Accident Investigation Bureau ( AAIB ), uma divisão do Ministério da Aviação Civil do Governo da Índia que analisa o acidente ocorrido no mês passado em Ahmedabad, segundo o Daily Mail.
No desastre, os dois motores da aeronave da Air India desligaram segundos após a decolagem, supostamente após os interruptores de combustível mudarem sozinhos ou serem acionados por engano — algo que ainda não foi esclarecido. O avião caiu sobre um prédio residencial, matando 260 pessoas a bordo e 19 em solo.
O relatório preliminar indica que não há falhas aparentes no projeto do Boeing 787 nem nos motores da GE, mas levanta dúvidas sobre o que levou os interruptores a passarem da posição “RUN” para “CUTOFF” em menos de dois segundos após o pico de velocidade.
A Diretoria-Geral da Aviação Civil da Índia determinou a inspeção de interruptores de combustível em todos os modelos Boeing 787 e 737 em operação no país. Especialistas dizem que é improvável que esses botões sejam acionados acidentalmente, o que intensifica os questionamentos sobre erro humano ou problemas psicológicos.
A investigação também passou a considerar o estado de saúde mental dos pilotos do voo da Air India. O comandante Sumeet Sabharwal, que acumulava mais de 8.200 horas de voo, teria enfrentado episódios de depressão nos anos anteriores, segundo fontes citadas pela imprensa local. A empresa, no entanto, afirma que tanto ele quanto o copiloto haviam sido aprovados em exames médicos recentes.
A Etihad Airways ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente envolvendo seu voo.
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