Um formando nada tradicional roubou a cena em uma escola de ensino médio na China na semana passada: um robô humanoide chamado Shuang Shuang. A cerimônia de formatura da 25ª turma do colégio Shuangshi, que ocorreu no início de julho na província de Fujian, marcou mais um passo simbólico na integração da robótica à vida pública e cultural do país.
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Imagens compartilhadas mostram o robô marchando em direção ao palco, carregando uma sacola vazia, em meio à solenidade dos formandos. Ao chegar perto dos professores, Shuang Shuang foi saudado com um aperto de mãos por um dos docentes, gesto que arrancou aplausos e sorrisos da plateia.
Na sequência, o professor colocou simbolicamente um certificado dentro da bolsa do robô, e os dois posaram juntos para uma foto ao lado dos estudantes. A cena, com tom teatral e futurista, destacou o quanto a tecnologia de robôs humanoides está deixando os laboratórios de pesquisa para ganhar espaço em momentos sociais e institucionais.
A presença de Shuang Shuang não é um caso isolado. A crescente visibilidade da robótica avançada tem se intensificado em todo o mundo. No início deste mês, um robô em formato de “cão militar” foi visto em operação para proteger o ex-presidente Donald Trump durante um evento na Flórida. O episódio gerou ampla repercussão nas redes sociais.
Outro nome ligado ao avanço da automação é o bilionário Elon Musk. Em meio à sua aliança com Trump, Musk tem investido fortemente em robótica. Recentemente, ele apresentou o robô humanoide Optimus, descrito como um “assistente multifuncional”, com capacidades que vão desde tarefas domésticas e brincadeiras com crianças até a execução de funções repetitivas.
O uso de Shuang Shuang em um rito de passagem escolar ilustra, de forma simbólica e pública, como a robótica está sendo naturalizada em espaços cotidianos — e como o debate sobre seu papel na sociedade contemporânea ganha urgência em meio à rápida evolução da inteligência artificial e da automação.
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