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Ex-engenheiro expõe bastidores da criadora do ChatGPT: caos, segredos e prazos insanos

Redação by Redação
julho 17, 2025
in Negócios, News
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Ex-engenheiro expõe bastidores da criadora do ChatGPT: caos, segredos e prazos insanos
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Por um ano, o engenheiro e empreendedor Calvin French-Owen trabalhou em uma das empresas mais observadas do planeta: a OpenAI. O que encontrou ali, entre GPUs, longas jornadas e notificações ininterruptas do Slack, foi tudo menos um ambiente corporativo comum.

Em um longo depoimento publicado esta semana em seu site, três semanas após pedir demissão, ele compartilhou suas reflexões “sobre esta iteração atual de uma das organizações mais fascinantes da história em um momento extremamente interessante”.

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“A primeira coisa a saber sobre a OpenAI é a rapidez com que ela cresceu”, ele escreveu. “Quando entrei, a empresa tinha pouco mais de 1.000 funcionários. Um ano depois, já eram mais de 3.000 e eu estava entre os 30% melhores quando assumi a posição. Quase todos na liderança estão fazendo um trabalho drasticamente diferente do que faziam há cerca de 2 a 3 anos.

Segundo ele, quando se escala tão rapidamente, tudo se quebra, incluindo como se comunicar como companhia, as estruturas de relatórios, como entregar produtos, como gerenciar e organizar pessoas, os processos de contratação etc.

O ex-funcionário acrescentou as equipes variam significativamente em termos de cultura: algumas correm a todo vapor o tempo todo, outras cuidam de grandes corridas, algumas avançam em um ritmo muito mais consistente. “Não existe uma experiência única em OpenAI, e a pesquisa, a aplicada e o GTM (Go-To-Market) operam em horizontes temporais muito diferentes”, destacou.

Outros detalhes revelados por ele são que, na criadora do ChatGPT, toda a comunicação é feita através do Slack e que a organização é “incrivelmente de baixo para cima, especialmente em pesquisa”.

French-Owen contou que, quando chegou, em maio de 2024, começou a fazer perguntas sobre o roteiro para o próximo trimestre. A resposta que recebeu foi: “isso não existe”. “Boas ideias podem surgir de qualquer lugar, e muitas vezes não fica muito claro quais ideias se mostrarão mais frutíferas com antecedência. Em vez de um grande ‘plano mestre’, o progresso é iterativo e revelado à medida que novas pesquisas dão frutos”, apontou.

Em seu texto, também afirmou que, graças a essa cultura de baixo para cima, a OpenAI é muito meritocrática – seus líderes são promovidos principalmente com base em sua capacidade de ter boas ideias e executá-las, e a empresa não se importa muito se eles não são muito bons em, por exemplo, fazer apresentações ou manobras políticas.

Além disso, de acordo com ele, há uma forte tendência à ação. “Você pode simplesmente fazer as coisas”, explicou. “Esses esforços geralmente são realizados por um pequeno grupo de indivíduos sem pedir permissão. As equipes tendem a se formar rapidamente em torno deles, à medida que se mostram promissores.”

Lugar secreto

French-Owen entregou que a OpenAI muda de direção “num piscar de olhos”. “É notável que uma empresa tão grande ainda mantenha esse ethos – o Google claramente não. A empresa toma decisões rapidamente e, ao decidir seguir uma direção, se dedica integralmente”, contou.

Um ponto importante indicado por ele é que a desenvolvedora do ChatGPT é alvo de muita atenção e, como resultado, é um lugar muito secreto. “Eu não podia contar a ninguém em detalhes no que estava trabalhando. Há vários espaços de trabalho no Slack com permissões variadas. Os números de receita e consumo são mais bem guardados.”

E seguiu: “A OpenAI também é um lugar mais sério do que você imagina, em parte porque os riscos parecem muito altos. Por um lado, há o objetivo de construir uma IA avançada – o que significa que há muito a ser acertado. Por outro lado, você está tentando construir um produto que centenas de milhões de usuários utilizam para tudo, desde aconselhamento médico até terapia. E, por outro lado, a empresa está competindo na maior arena do mundo. Prestávamos muita atenção ao que estava acontecendo na Meta, Google e Anthropic – e tenho certeza de que todos estavam fazendo o mesmo. Todos os principais governos mundiais estão observando esse espaço com grande interesse”.

O engenheiro também opinou que, por mais que a OpenAI seja frequentemente difamada na imprensa, todos que conheceu lá estão, na verdade, tentando fazer a coisa certa e que as pessoas não deveriam vê-la como um “monólito”.

“Eu penso na OpenAI como uma organização que começou como Los Alamos. Era um grupo de cientistas e inventores investigando o que havia de mais moderno na ciência. Esse grupo acidentalmente gerou o aplicativo de consumo mais viral da história. E então cresceu e passou a ter ambições de vender para governos e empresas”, analisou. “Pessoas de diferentes cargos e diferentes partes da organização, consequentemente, têm objetivos e pontos de vista muito diferentes. Quanto mais tempo você está lá, mais provavelmente enxerga as coisas pela lente de ‘laboratório de pesquisa’ ou ‘organização sem fins lucrativos para o bem’.”

No quesito segurança, ele disse que é mais importante do que se imagina e que há um grande número de pessoas trabalhando no desenvolvimento de sistemas de segurança.

No seu tempo lá, e dada a natureza da OpenAI, ele viu mais foco em riscos práticos (discurso de ódio, abuso, manipulação de vieses políticos, criação de armas biológicas, automutilação, injeção imediata) do que teóricos (explosão de inteligência, busca por poder).

Mais algumas características da empresa que compartilhou são que ela é “a mais assustadoramente ambiciosa” que ele já viu, dá muita atenção ao Twitter (“Se você tuitar algo relacionado ao OpenAI que viralize, é bem provável que alguém leia e considere a ideia”), as equipes são muito mais fluidas do que em outros lugares e a liderança é bastante visível e envolvida.

French-Owen também relatou em seu texto como foi o desenvolvimento e o lançamento do Codex (série de ferramentas de codificação da OpenAI), processo que foi realizado em apenas sete semanas. “Nunca vi organizações, grandes ou pequenas, passarem de uma ideia para um produto totalmente lançado e disponível gratuitamente em tão pouco tempo”, destacou.

Por fim, ele opinou que o caminho para a IA avançada é uma corrida de três cavalos: OpenAI, Anthropic e Google. “Cada uma dessas organizações seguirá um caminho diferente para chegar lá, com base em seu DNA (consumidor vs. empresas vs. infraestrutura sólida + dados). Trabalhar em qualquer uma delas será uma experiência reveladora”, encerrou.

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