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Dólar fecha em forte alta após ameaça tarifária de Trump a países que se alinharem ao Brics

Redação by Redação
julho 7, 2025
in Insurance
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(FOLHAPRESS) – O dólar fechou com uma forte alta de 1,00% nesta segunda-feira (7), cotado a R$ 5,478, após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar a aplicação de uma tarifa adicional de 10% a países que se alinharem ao Brics.

Formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o bloco foi ampliado recentemente para 11 países e representa quase metade da população mundial e cerca de 40% do PIB (Produto Interno Bruto).

Os investidores também avaliaram o anúncio dos EUA de impor tarifas de 25% para produtos do Japão e da Coreia do Sul, e a promessa de novas taxas para dezenas de outros parceiros comerciais nos próximos dias.

A alta da divisa dos EUA seguiu em linha com a valorização do dólar mundialmente. O índice DXY, que mede a força da moeda norte-americana frente a uma cesta com outras seis divisas, subia 0,31%, a 97,48, ao fim do pregão.

Já a Bolsa encerrou com uma desvalorização de 1,25%, a 139.489 pontos, após renovar máximas históricas na última sexta-feira (4), quando fechou acima dos 141 mil pontos pela primeira vez.

A nova ameaça tarifária de Trump sobre os países alinhados ao Brics impulsionou a alta do dólar frente ao real e a outras divisas dos países integrantes do bloco, como o rand sul-africano, a rupia indiana, o peso mexicano e a rupia indonésia.

No domingo (6), em uma declaração conjunta na abertura da cúpula do Brics no Rio de Janeiro, o grupo alertou que o “aumento indiscriminado de tarifas” ameaça o comércio global. O Brasil é um dos membros fundadores do bloco.

Horas depois, em sua plataforma Truth Social, Trump prometeu impor uma tarifa adicional de 10% a países que se “alinhem” com o Brics.

“A qualquer país que se alinhe com as políticas antiamericanas dos Brics, será cobrada uma tarifa adicional de 10%. Não haverá exceções a esta política“, ameaçou Trump.

Em reação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente as declarações do republicano, e classificou de “irresponsável” a postura de ameaçar países por redes sociais.

“Eu acho que nem deveria comentar, porque não é responsável e sério e um presidente da República, de um país do tamanho dos Estados Unidos, ficar ameaçando o mundo através da internet”, disse Lula após reunião do Brics nesta segunda, ao ser questionado sobre a declaração de Trump.

“O mundo mudou, não queremos imperador. Somos países soberanos. Se ele acha que pode taxar, os países têm o direito de taxar também. Existe a lei da reciprocidade. Eu acho muito equivocado e muito irresponsável um presidente ficar ameaçando os outros em redes digitais”, afirmou Lula.

A China também respondeu à ameaça de Trump ao Brics

“O mecanismo Brics é uma plataforma importante para a cooperação entre mercados emergentes e países em desenvolvimento”, disse a porta-voz do Ministério do Exterior, Mao Ning. “Defende abertura, inclusão e cooperação ganha-ganha e não tem nenhum país como alvo.”

Além das ameaças do republicano aos membros do Brics, houve uma série de atualizações sobre as tarifas de importação dos Estados Unidos.

Em abril, Trump anunciou uma taxa básica de 10% para a maioria dos produtos importados de outros países e tarifas adicionais variando até 50%. Posteriormente, adiou a data de início das taxas para 9 de julho, exceto a tarifa básica de 10%.

No capítulo mais recente das tarifas, a Casa Branca informou que Trump deve assinar um decreto ainda nesta segunda adiando formalmente o prazo para as tarifas de 9 de julho para 1º de agosto. A nova data oferece aos países um período de três semanas de alívio, enquanto as negociações com os EUA ocorrem.

No entanto, dois países já tiveram suas taxas definidas. O republicano anunciou que os produtos do Japão e da Coreia do Sul terão tarifas de 25% para entrarem nos EUA, a partir de agosto.

Doze outros países receberão cartas sobre comércio que serão publicadas na plataforma Truth Social nos próximos dias.

“Os desfechos dessas negociações seguem como um ponto central para o comportamento dos mercados nas próximas semanas. A expectativa gira em torno da reação dos mais de 100 países que ainda estão fora dos pactos comerciais com os EUA”, disse Eurico Ribeiro, assessor de investimento da B&T XP.

De acordo com a analista sênior Ipek Ozkardeskaya, do Swissquote Bank, nunca se pode ter certeza de que o que é dito agora por Trump ainda será verdade daqui a um minuto.

“E não se pode contar que as tarifas anunciadas nas próximas horas permaneçam inalteradas por mais de um dia. Essa é a realidade, e as manchetes mais recentes não apontam para um caminho tranquilo.”

“O drama comercial provavelmente não desaparecerá tão cedo. Essa incerteza continuará obscurecendo a visibilidade”, afirmou Ozkardeskaya.

Na cena doméstica, os investidores monitoraram as novas projeções do boletim Focus divulgado nesta segunda. Analistas consultados pelo Banco Central reduziram a projeção para a inflação brasileira neste ano pela sexta semana consecutiva.

O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, mostrou que a expectativa para a inflação, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), é de 5,18% ao fim deste ano, abaixo da previsão de 5,2% na pesquisa anterior.

O centro da meta perseguida pelo BC é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

A pesquisa semanal mostrou ainda a previsão de que o PIB (Produto Interno Brasileiro) suba 2,23% neste ano, acima da projeção de crescimento de 2,21%, que ficou nesse patamar nas últimas duas semanas.

No Focus desta segunda, houve ainda manutenção na expectativa para o preço do dólar no final de 2025, a R$ 5,70.

Os investidores também seguiram atentos a qualquer novidade em relação ao impasse em torno das tentativas do governo de elevar as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), com a disputa entre Executivo e Legislativo agora no âmbito do STF (Supremo Tribunal Federal).

O presidente Lula afirmou que a derrubada do decreto do IOF pelo Congresso Nacional foi inconstitucional, mas que divergências políticas fazem parte da democracia.

“Nós mandamos uma proposta para o Congresso. O Congresso resolveu fazer uma coisa, na minha opinião, totalmente inconstitucional, porque decreto é uma prioridade do governo, do Executivo”, afirmou.

A crise do IOF começou em 11 de junho, quando o governo fez novas mudanças nas cobranças do imposto depois de uma série de reuniões que buscavam um acordo com os líderes no Congresso.

Antes mesmo de o texto chegar ao Congresso, o pacote já estava sob ataque. Na quarta-feira, 25 de junho, veio a derrota da gestão petista: a Câmara e o Senado derrubaram as medidas.

Na última sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, suspendeu os decretos presidenciais que aumentaram o IOF e também o decreto legislativo que barrou os reajustes.

Para Moraes, o embate entre Executivo e Legislativo sobre o IOF “contraria fortemente” o princípio da harmonia entre os Poderes. Ele determinou uma audiência de conciliação entre os chefes dos três Poderes para o dia 15 de julho, no Supremo, e a decisão vale até nova análise da Corte.

Na prática, a decisão de Moraes abre uma janela de oportunidade de quase duas semanas para que lideranças do governo e do Congresso discutam medidas fiscais alternativas.

Em entrevista ao C-Level, novo videocast semanal da Folha de S.Paulo, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, havia defendido que a melhor solução para o impasse seria o tribunal buscar resolver o problema de maneira consensual do que pela via do litígio.

“Vejo com naturalidade e até como desejável que as soluções sejam consensuais quando seja possível. Se não for possível, a gente decide”, disse Barroso.

O governo terá votações consideradas sensíveis para o projeto de recuperação da popularidade do presidente e precisará iniciar um processo de reaproximação com as cúpulas da Câmara e do Senado, após o abalo na relação com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)

Folhapress | 17:55 – 07/07/2025

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