Desde que foi anunciado, no fim de setembro, as buscas pelo Xiaomi 17 Pro Max não pararam de crescer. E não é para menos, o smartphone top de linha da marca chinesa promete bater de frente com o iPhone 17 Pro Max (sim, os nomes são iguais).
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Um dos diferenciais do aparelho da Xiaomi é a Magic Back Screen, uma tela secundária OLED na parte traseira do aparelho, de 2,7 polegadas e resolução de 904 X 572, que promete funções como widgets (relógio, controle de música e notificações, por exemplo), visor para selfies e um painel para fixar informações que o usuário julgar úteis.
Traz ainda uma bateria de 7.500 mAh e conjunto triplo de câmeras: um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (Hyper OIS), lente ultra-grande angular de 50 MP e telefoto periscópico de 5×. A câmera frontal é de 50 MP, com gravação em 4K a 60 fps.
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E será que ele chega mesmo? Pode ser que não. Arthur Igreja, especialista em Tecnologia e Inovação, diz que a questão central é o posicionamento da marca. Para ele, apesar do interesse, a marca se posiciona como Tier 2 ou 3 (um posicionamento intermediário).
“Ou seja, aquele consumidor que, claro, procura tecnologia, mas também procura custo-benefício, olha o lado tecnológico. Então, eles reconhecem que o mercado de alta gama, o Tier 1, ele é amplamente dominado por marcas como Apple, majoritariamente, que quase se confunde com status, especialmente, em países como o Brasil, que tem o iPhone mais caro do mundo, e em segundo lugar, Samsung, ambas marcas conhecidas por serem mais premium”, diz o especialista.
Igreja afirma que, nesse aspecto, a marca pode considerar uma batalha perdida, já que a quantidade de unidades que eles venderiam no Brasil não faria sentido para os negócios. Ou seja, pode ser que o modelo não seja vendido no país, a menos que a Xiaomi entenda que vale a pena apostar em um aparelho premium aqui para competir com as marcas fortes e já estabelecidas.
Segundo a Xiaomi, por enquanto, ainda não há nenhuma forma de adquirir o modelo oficialmente no país. O único canal de vendas oficial é o www.mibrasil.com.br, além das lojas e quiosques oficiais da marca espalhados pelo país.
Igreja afirma que, caso o aparelho de fato não chegue ao país, quem tiver interesse terá que recorrer a importadores diretos, com o próprio consumidor comprando em sites do exterior e pagando os tributos ou fazer essa compra internacional por e-commerces e marketplaces.
Por não ser uma compra em uma loja oficial, é importante lembrar que o consumidor pode não ter assistência, por exemplo.
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