O monólogo de retorno de Jimmy Kimmel ao programa Jimmy Kimmel Live, na terça-feira (23), quebrou o recorde em seu canal no YouTube, tornando-se o monólogo mais visto de todos os tempos em menos de um dia após sua estreia. As informações são do portal Quartz.
O vídeo de pouco mais de 15 minutos até às 13h30 desta quinta-feira (25) já tinha mais de 21,4 milhões de visualizações. Anteriormente, o monólogo mais assistido de Kimmel havia sido o que ele fala sobre a cirurgia cardíaca do filho, publicado em maio de 2017 – tem 14 milhões de visualizações.
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No novo discurso, o apresentador agradeceu ao público por apoiá-lo e protestar contra sua suspensão, bem como àqueles que não o apoiam nem apoiam suas convicções, mas ainda assim se manifestaram por seu direito de expressá-las.
Ele chegou a listar vários políticos e comentaristas de direita, como Ben Shapiro, Candace Owens e Ted Cruz. “Embora eu não concorde com muitas dessas pessoas na maioria dos assuntos, algumas das coisas que elas dizem até me dão vontade de vomitar. É preciso coragem para elas se manifestarem contra esta administração, e elas o fizeram, e merecem crédito e agradecimento por isso”, disse.
O apresentador havia sido suspenso pela rede ABC por conta dos comentários que fez sobre a morte do ativista consevador Charlie Kirk no dia 10 de setembro. Breanda Carr, presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC), ameaçou tirar a licença de transmissão da ABC.
A emissora, de propriedade da Disney, anunciou então que estava “suspendendo indefinidamente” o programa de Kimmel. Mas acabou voltando atrás início dessa semana após pressão de celebridades e clientes que cancelaram suas assinaturas do Disney+ em protesto.
Em seu monólogo, Kimmel abordou as falas sobre Kirk. “Quero deixar algo claro porque é importante para mim como ser humano. E é que vocês entendam que nunca foi minha intenção menosprezar o assassinato de um jovem. Não acho que haja nada de engraçado nisso. Publiquei uma mensagem no Instagram no dia em que ele foi morto, enviando amor à família e pedindo compaixão, e falei sério e ainda falo sério”, apontou.
E acrescentou: “Também não era minha intenção culpar nenhum grupo específico pelas ações de um indivíduo obviamente profundamente perturbado. Isso era exatamente o oposto do que eu estava tentando dizer. Mas entendo que, para alguns, isso pareceu inoportuno ou confuso, ou talvez ambos. E para aqueles que acham que eu apontei o dedo, entendo por que estão chateados. Se a situação fosse inversa, há uma boa chance de eu ter me sentido da mesma forma”.
Outros temas tratados por ele foram preocupações com a liberdade de expressão e a possibilidade de a ABC perder sua licença de transmissão.
Reação de Donald Trump
O retorno do famoso apresentador provocou a ira de Trump. Na sua rede social Truth Social, ele lamentou a decisão da ABC e a ameaçou. “Não acredito que a ABC Fake News devolveu o emprego a Jimmy Kimmel. A ABC informou à Casa Branca que o programa dele foi cancelado! Algo aconteceu entre então e agora porque a audiência dele foi embora, e seu ‘talento’ nunca existiu”, escreveu o presidente.
E ele completou: “Por que eles iriam querer de volta alguém que se sai tão mal, que não é engraçado e que coloca a emissora em risco ao interpretar um lixo democrata 99% positivo? Ele é mais um braço do DNC (Comitê Nacional Democrata) e, pelo que sei, isso seria uma grande Contribuição Ilegal de Campanha. Acho que vamos testar a ABC nisso. Vamos ver como nos saímos. Da última vez que fui atrás deles, me deram US$ 16 milhões. Este parece ainda mais lucrativo. Um verdadeiro bando de perdedores! Deixem Jimmy Kimmel apodrecer em seus índices de audiência ruins”.
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